Como as marcas e o varejo podem aprender com o esporte.

Como as marcas e o varejo podem aprender com o esporte a conquistar fãs

O que o varejo tem em relação ao esporte? Ou melhor, o que o varejo quer ter em relação ao esporte? Fãs são a resposta. Um bom aprendizado está na relação que as ligas esportivas norte-americanas e seus times possuem com os torcedores. As ligas são muito eficientes em transformar torcedores em fãs.

O que o varejo tem em relação ao esporte? Ou melhor, o que o varejo quer ter em relação ao esporte? Fãs são a resposta. Um bom aprendizado está na relação que as ligas esportivas norte-americanas e seus times possuem com os torcedores. As ligas são muito eficientes em transformar torcedores em fãs.

O que o varejo tem em relação ao esporte? Ou melhor, o que o varejo quer ter em relação ao esporte? Fãs são a resposta. Um bom aprendizado está na relação que as ligas esportivas norte-americanas e seus times possuem com os torcedores. As ligas são muito eficientes em transformar torcedores em fãs.

O que o varejo tem em relação ao esporte? Ou melhor, o que o varejo quer ter em relação ao esporte? Fãs são a resposta. Um bom aprendizado está na relação que as ligas esportivas norte-americanas e seus times possuem com os torcedores. As ligas são muito eficientes em transformar torcedores em fãs.

Essa experiência fez com que aumentasse significantemente o consumo de itens relativos às equipes, maior acompanhamento de partidas pelas TV e presença nos estádios.

O caminho usado para transformar torcedores em fãs é uma tendência. Conhecer o comportamento do torcedor, seus gostos, para conquistá-lo é uma experiência que o varejo e as marcas devem aprender com as ligas esportivas.

E para favorecer essa relação com o consumidor, as ferramentas tecnológicas são fundamentais. Cada vez mais a tecnologia é usada como meio e não um fim em si mesmo. O desenvolvimento de aplicativos por meio dos quais os torcedores podem ter acesso a dados estatísticos de jogadores e times atraiu a torcida e tem engajado cada vez mais pessoas.

Nos EUA, times de futebol americano, hóquei, basquete conseguem identificar hábitos, como o local, fileira e cadeira preferida. É possível também induzi-lo a comprar seu cachorro quente pelo aplicativo de celular e receber o lanche sem sair de seu assento.

Quando isso ocorre é possível conhecer hábitos e surpreender o torcedor, por exemplo, oferecendo antecipadamente a chance de comprar um ingresso na sua área de preferência. Aí começa a conquista do fã.

No varejo, aplicativos de celular podem ser usados para conhecer o consumidor, seus hábitos e preferência. Saber quantas vezes ele vai à loja, se anda ausente, analisar o tipo de produto que compra. Esses dados são fundamentais para surpreendê-lo com ofertas diferenciadas e mensagem que aos poucos criam uma sensação de intimidade entre cliente e a loja. Quem sabe o que quer o consumidor, quem é ele, dá um passo importante nesse engajamento.

Ao entrar numa loja oficial de alguma liga, como a NFL ou NBA, ou ainda de algum time, o consumidor é sempre abordado por colaboradores que também são fãs do esporte. Eles se identificam, têm algo em comum. O consumidor sabe que pode aprender algo ou trocar experiências. É uma relação que vai além da compra.

Um jogo de futebol americano ou de basquete dura muito menos tempo do que o período em que o torcedor fica no estádio. O restante do período, é relacionamento, engajamento e intimidade.


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