Os sete desafios do varejo com o omnichannel

Os sete desafios do varejo com o omnichannel

A aplicação da experiência omnichannel se resume a uma abordagem multicanal para marketing, vendas e atendimento aos clientes e consumidores, de maneira a proporcionar uma experiência de consumo integrada e coesa, independentemente de como ou onde o interessado está.

Essencialmente, o omnichannel oferece a possibilidade de o interessado efetivar uma compra on-line a partir de um desktop, ou dispositivo móvel, ou por smartphone, ou em uma loja física, e obter uma experiência prazerosa e perfeita, rápida, fácil, eficiente, satisfatória, sem desvios ou problemas.

Por isso, o varejo se desdobra para fazer com que a logística seja eficiente e única, garantindo resultados de excelência tanto nas operações de lojas físicas, quanto nas virtuais. Os desafios para alcançar este patamar são grandes e citamos aqui apenas sete, vistos como os principais para atingir resultados satisfatórios.  

1. INTEGRAÇÃO DOS CANAIS:

Oferecer aos consumidores todos os ‘percursos’ e ‘recursos’ possíveis, em consonância com a intenção e disponibilidade deles.

2. CONHECER E RECONHECER O PERFIL DETALHADO DO CONSUMIDOR:

Garantir o reconhecimento do cliente com rapidez em todos os canais e pontos de contato, assim como propiciar a possibilidade de hábitos, comportamentos e atitudes, criando uma oferta adequada e ‘imperdível’ ao perfil dele. A estratégia aumenta a probabilidade de conversão da venda, assim como também o grau de satisfação desse comprador em sua experiência de consumo, seja de bens, seja de produtos.

3. TURBINAR AS VENDAS ON-LINE:

Aprimorar a integração com a loja física ou com outros canais virtuais. A ideia é fazer da mobilidade o start para o consumidor iniciar seu processo de compra, ainda que ela seja concluída em outro canal. Segundo dados de um estudos, 35% das aquisições realizadas por consumidores multicanais iniciaram no mobile.

4. IDENTIFICAR CORRETAMENTE AS OPORTUNIDADES:

Compreender as demandas com tendências mais duráveis, e, principalmente, distinguir entre o que pode ter maior relevância e as mais imediatas. Em ambos os casos há expectativas de enxergar oportunidades, em um universo ainda pouco explorado, mas cheio de possibilidades.

5. GARANTIR EXCELÊNCIA NOS PROCESSOS:

O varejista deve garantir a disponibilidade de produtos em quantidades no momento da aquisição; a entrega ao cliente (o sistema de gestão deve ser preciso para informar as quantidades disponíveis e prever a demanda dos pedidos); e realizar uma entrega eficiente, com o produto correto, para a pessoa adequada, no endereço preciso, e de forma segura, para que a mercadoria não chegue danificada.

6. INVESTIR EM TECNOLOGIAS:

Os varejistas devem buscar soluções tecnológicas para atender o consumidor multicanal em todas as suas necessidades, como o oferecimento de internet (wi-fi), disponibilização de terminais de consulta interligados a sites e sistemas de fidelização que interajam com o celular do cliente.

7. COERÊNCIA NA POLÍTICA DE PREÇOS:

Com o acesso cada vez mais fácil do consumidor às informações disponível, de maneira fácil, rápida e precisa, a tolerância em relação à diferença gritante de valores entre os distintos canais operados por um mesmo varejista torna-se cada vez menor. É preciso coerência e lógica.

Com essas dicas, só falta mesmo ‘fazer acontecer’!

Quer saber mais sobre o assunto? A ACIC promove um dos principais eventos de varejo do Brasil, o Retail Conference, no dia 25 de abril, em Campinas. Sob o tema “O Novo DNA do Varejo – Físico, Digital e Humano”, o evento “nasceu” do Fórum Regional do Varejo (FRV) da ACIC, que chegou à sexta edição em 2018. Agora reposicionado, o Retail Conference passa a ser ainda mais relevante e com abrangência nacional. Mais informações e inscrições: http://retailconference.com.br/

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